Análise de dados: entenda como ela se aplica à sua carreira
Vivemos um momento único. Nunca houve um volume de dados tão grande quanto nos últimos 30 anos, a partir da chamada revolução digital. O ex-CEO da Google, Eric Schmidt, disse que “a cada dois dias, geramos um volume de dados equivalente ao que criamos do início da civilização até 2003”. E, de acordo uma pesquisa do International Data Corporation (IDC), a quantidade de dados produzidos pelos seres humanos dobra a cada dois anos. E com tantos dados disponíveis, o que exatamente pode ser feito com eles? São inúmeras possibilidades. Mas duas valem ser destacadas: as empresas podem tomar decisões de negócio mais estratégicas e profissionais podem se destacar no mercado de trabalho com a habilidade de analisar dados. É fato que os dados se tornaram um insumo muito valioso para as organizações. E o profissional que souber utilizá-los vai alavancar seu crescimento e definitivamente sair na frente. Quer entender como a análise de dados pode ser um ponto de virada na sua carreira, independentemente da sua área de atuação? Então continue com a gente! O mundo é feito de dados As empresas buscam tomar decisões cada vez mais assertivas a partir da análise de dados. Um levantamento de 2014 da SiliconANGLE mostrou que 75% das empresas desperdiçam, em média, 14% de sua receita com dados incorretos – o que comprova a importância de dados adequados para a organização. E não são apenas as empresas inovadoras e tecnológicas que são orientadas por dados. Hoje, a análise de dados é fundamental para toda e qualquer organização que queira se manter competitiva no mercado. A chamada empresa data driven é aquela orientada por dados, que são interpretados e se tornam informações centrais para a inteligência do negócio. Ao se basear em dados, a empresa consegue ter mais agilidade na interpretação de suas informações integradas e pode identificar seus pontos de melhoria com mais facilidade. Isso implica em melhores resultados e maiores vantagens competitivas. Por que a análise de dados é importante para sua carreira? O volume em dados cresce a cada dia. Mas não basta apenas possuí-los. É preciso estruturar análises e entender como os dados podem orientar projetos e entregas. O profissional que consegue analisar dados da maneira adequada poderá tomar decisões mais estratégicas e mais assertivas. E é por isso que as organizações estão buscando cada vez mais por esses profissionais. Essa realidade é refletida em diversas pesquisas sobre habilidades importantes para quem quer ser um profissional de destaque. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a alfabetização de dados foi considerada a habilidade mais urgente que as empresas vão exigir em 2020. Isso significa que, cada vez mais, as organizações estão entendendo a importância da análise de dados para o negócio e, como consequência, buscam por profissionais que atendam a essa necessidade. Áreas profissionais que lidam com dados Se você pensa que análise de dados é exclusividade de cientistas como físicos ou matemáticos, ou que um analista de dados está sempre cercado de inúmeros computadores e números, é importante que você comece a desconstruir essa percepção. A verdade é que todas as áreas de uma empresa produzem dados, seja em maior ou menor escala. Por isso, é importante que os profissionais que atuam em cada uma delas tenham a habilidade de analisar os dados e utilizá-los de uma maneira estratégica. Separamos alguns exemplos para você conhecer algumas possibilidades para atuar com a análise de dados dentro de uma empresa: 1. Marketing digital Entender e acompanhar os dados é fundamental para todas as estratégias de marketing digital e para a atuação do profissional dessa área. Eles ajudam a compreender o comportamento do usuário, qual o perfil de quem está interagindo com a organização e qual é a jornada do consumidor. A análise de dados no marketing digital não apenas direciona as ações como também indica os principais pontos de melhoria, seja em campanhas de mídia, nas redes sociais ou ações de marketing de conteúdo. Quer saber mais sobre marketing digital? Clique aqui e conheça a Especialização em Marketing Digital da Conquer. lterar o conteúdo deste elemento. 2. Vendas Assim como no marketing, a análise de dados na área de vendas contribui para encontrar lacunas nos processos, conseguir mais detalhes e até mesmo encontrar soluções e respostas para a área. A partir da interpretação dos dados, é possível otimizar processos de venda, desenhar previsões de comportamento dos clientes, ter previsibilidade de fluxo financeiro e ainda reduzir os custos desnecessários. Além disso, uma análise dessas informações pode contribuir para a maior conversão em vendas. Ao utilizar os dados para entender o perfil dos consumidores ou entender em qual horário está o pico em vendas de um determinado canal, por exemplo, os profissionais de venda podem dar mais atenção a tal informação, aumentando assim sua produtividade e, por consequência, suas taxas de conversão. 3. Negócios Ao acompanhar os dados do negócio, do primeiro contato do cliente até o pós-venda, o profissional consegue identificar os pontos de melhoria mais facilmente. Além disso, essa visão contribui para a produtividade e eficiência dos processos. Para os negócios, a análise de dados tem como o objetivo geral estudar o desempenho em cada uma das etapas e assim conseguir informações relevantes. Com base nesse histórico e o usando como base para projeções, os profissionais da área podem ter insights para o futuro da organização. A análise de dados do negócio contribui para uma gestão mais estratégica e da melhoria constante dos processos, e isso pode refletir diretamente em uma experiência mais positiva para os clientes. 4. Produto No processo contínuo de melhoria do produto ou serviço, os dados são os principais orientadores. Isso porque eles permitem um olhar mais analítico, mostrando como os clientes estão lidando com o produto ou serviço. Assim, os processos devem ser mensurados a partir da experiência do cliente, que pode ser compreendida a partir de um grande volume de dados. Dessa maneira, eles poderão orientar de forma objetiva os aprimoramentos que podem ser desenvolvidos para o produto ou serviço. 5. Tecnologia A presença
Mercado financeiro: conheça os principais conceitos
Você já quis começar a investir, mas desistiu quando se deparou com termos como FGC, rentabilidade, IPCA, liquidez e várias outras palavras do mercado financeiro que você não faz ideia do que significam? Então esse artigo vai te oferecer a ajuda que faltava para você entender o mundo das finanças de uma vez por todas. Entrar no mercado financeiro pode ser mais simples do que você imagina. No entanto, a linguagem e os conceitos utilizados nem sempre dão essa impressão. Segundo uma pesquisa exclusiva realizada pela Conquer em parceria com o Datacenso, 85% dos brasileiros não sabem investir. A verdade é que muitas pessoas nem buscam entender sobre o assunto por acreditarem que é complexo demais. O vocabulário financeiro é extenso. É quase como se existisse um outro idioma, o “economês”, uma linguagem que está na boca dos economistas e investidores, mas que torna tudo mais complexo do que deveria ser. Se você quer garantir um futuro estável e tem interesse em investir, antes é preciso entender o que esses termos significam. Esse é o primeiro passo para começar a decodificar as finanças. Por isso, reunimos os principais conceitos do mercado financeiro neste artigo. Dá uma olhada na lista! Ativos e Passivos Ativos e passivos se referem a bens, créditos e valores que geram receita ou despesas para uma pessoa ou empresa. Os ativos são aqueles que podem ter um valor atribuído a eles, já os passivos são aqueles que representam um gasto. Por exemplo, o imóvel em que você vive é um passivo, porque você paga aluguel, contas de luz e outras despesas para morar nele. Mas, se você aluga um imóvel para alguém, ele se torna um ativo, porque você passa a ganhar dinheiro com ele. Rentabilidade Esse é um dos termos mais utilizados no mercado financeiro. A rentabilidade se refere ao retorno que você recebe sobre o investimento realizado e, normalmente, esse valor é apresentado em porcentagem. A rentabilidade pode ser definida através de índices de inflação, taxas pré e pós-fixadas ou baseadas apenas na valorização. Taxa prefixada: estabelecida no momento em que você realiza o investimento, você já sabe qual será o rendimento ao final do período determinado. Taxa pós-fixada: você só sabe o retorno que receberá da aplicação no final do período. Liquidez A liquidez é a facilidade com que você consegue resgatar o investimento sem que ele perca valor. Quanto maior a liquidez, mais rápido você consegue tirar o dinheiro de uma aplicação. Existem dois tipos de liquidez: Liquidez diária: você pode resgatar o ativo e o respectivo rendimento (proporcional ao período em que ficou aplicado) a qualquer momento. Liquidez no vencimento: você só recebe o valor aplicado mais a rentabilidade na data de vencimento estabelecida no momento da compra. O resgate antecipado estará sujeito a desvalorização do ativo, ou seja, pode não haver rendimento e talvez o valor resgatado seja até menor que o valor aplicado inicialmente. Reserva de emergência Renda fixa Essa é uma das modalidades de investimentos. Ao investir em renda fixa, você já sabe qual será a rentabilidade ao longo do processo. Esse tipo de investimento é recomendado para investidores iniciantes e conservadores, porque une a segurança aos bons rendimentos. Além disso, ela é uma opção para criar uma reserva de emergência, já que rende mais do que a poupança e algumas opções apresentam alta liquidez, ou seja, o valor pode ser resgatado rapidamente. Para conhecer as diferentes alternativas de investimento em renda fixa, dá uma olhada neste artigo da Conquer. Renda Variável Outra modalidade de investimento, a renda variável faz jus ao nome: é difícil prever com certeza qual será sua rentabilidade no futuro. Os ativos da renda variável podem gerar rendimentos muito maiores do que outros tipos de investimento, no entanto, o risco da operação também é mais elevado. Neste artigo, você aprende de forma mais aprofundada o que é a renda variável e como ela funciona. Corretora de valores Indexador Selic O termo Selic é a sigla para Sistema Especial de Liquidação e Custódia. A Selic é a taxa básica de juros do Brasil definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) a cada 45 dias. Essa taxa representa o percentual de juros adequado para controlar a inflação e serve como referência para outras tarifas relacionadas ao empréstimo de dinheiro no país. CDI A sigla CDI significa Certificado de Depósito Interbancário, um dos principais indexadores dos ativos no mercado financeiro. Isso quer dizer que o CDI é utilizado como referência para a correção da rentabilidade dos ativos. De forma simples, os bancos realizam empréstimos entre si e a taxa que regula essa modalidade de empréstimo de curtíssimo prazo (até 24 horas) chama-se CDI. IPCA Fundo Garantidor de Crédito (FGC) Com essa lista dos principais termos utilizados no mercado financeiro, você consegue entender melhor como funciona a dinâmica dos investimentos. Quem saber não era isso que faltava para você dar o próximo passo e investir o seu dinheiro? E, se você quer continuar aprendendo mais sobre finanças, dá uma olhada também nesses 6 livros de educação financeira para ler agora. Investir é uma das maneiras mais efetivas de garantir um futuro financeiramente confortável, por isso, não deixe de continuar estudando sobre o assunto para adquirir conhecimento suficiente para se tornar um investidor.